segunda-feira, 8 de julho de 2019

COPA AMÉRICA 2019, FINAL



                                             Arthur, o craque da Copa América 2019

    A Copa América, banalizada pela Conmebol, não merecia mais que três posts.

    Cumprimos a obrigação, o que ao fim e ao cabo resulta em chatice.

    Mas esta edição 2019 serviu para revelar uma faceta do caráter do Messi: mau perdedor, aspirou o posto de Maradona em vilania, mas se deu mal. Miou feito gato, distante de um rugido de tigre, micou. Coisa feia para quem ostenta a condição de melhor do mundo, neymarices.

    Uma Copa latina que serviu para mostrar que tudo se resume a, entre os hermanos, impedir a seleção brasileira de jogar. Se conseguirem isso, empatam a partida; se falharmos numa jogada, ganham. Os amarelinhos descobriram na final que basta jogarem como brasileiros de cepa que vencem fácil qualquer adversário de língua presa, inclusive os árbitros e o famigerado VAReio.

    Quando vi os peruanos se esgoelando ao cantarem o hino nacional, soube que o título estava ganho. Lembrei do Chile de Zamorano e Sala fazendo o mesmo na Copa do Mundo de 98? 2002?, num esforço para incutir em si mesmos ânimo necessário ao emparelhamento de forças, pobrecitos: queimaram toda energia no hino, daí...

    A eleição de Daniel Alves como melhor jogador da Copa América dá o tom certo ao torneio: defender é o ponto central; se com um pouco de arte, surge o astro. E a redenção de Gabriel Jesus, seguida de uma queda chorosa, veio no momento certo para ele, não sei se para a seleção: Vinícius Jr e Rodrygo vêm aí, tchuru, tchuru, tchuru....


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