domingo, 26 de maio de 2019

PRESTA ATENÇÃO, VANDERLEY LUXEMBURGO!


                                                T-Rex, o Tiago Reis

    Sendo assim, os adversários do Vasco podem ficar tranquilos: o empate ou a vitória virá nos minutos finais. Já está posto no diário da NauQueAfundará, é inevitável. Dessa forma, chegaremos ao final do Brasileirão 19 com uns 30 e poucos pontos, rebaixadíssimos à condição em que a direção do Vasco colocou seu time de futebol. E fim de papo.

    Tiago Reis estava fazendo um gol por partida e saiu do time para dar lugar a um jogador-de-empresário mastodôntico. O Vasco caiu nessa armadilha  - denunciada faz tempo na mídia  - e dela não consegue sair. Empresários cedem ou arranjam contratos para seus representados, quase sempre em fim de carreira, junto ao Vasco, e o técnico fica preso a esses nomes e, ao que parece, a uma certa obrigação em escalá-los. Essa a receita do desastre que se tornou o Gigante da Colina. 

   A pior faceta desse arranjo é que os jovens talentos, como o Evander e agora o Tiago Reis, são escanteados, têm suas carreiras solapadas e inviabilizadas. Coutinho foi fazer fama longe, Paulinho também. E resulta que o Restolho encarna a mais bela das camisas nos gramados do Brasil. E se afunda, como um barco torpedeado por seus próprios canhões.

   Presta atenção, mestre Luxa! Nessa hora, juventude e raça são fundamentais.  E se estiverem casados com amor ao clube, possibilidade maior em quem vem da base, aumenta a chance de impedirmos essa queda vertiginosa. 

domingo, 19 de maio de 2019

ELE NÃO, MAXI LOPEZ





   


    Vez em quando alguém lembra da Alemanha pré-Hitler para falar do Brasil atual. Sim, dentro do problema as coisas são diversas, as questões principais deságuam em sobrevivência etc.
     No futebol é a mesmíssima história. Tá todo mundo vendo que o Vasco vai cair pra segunda divisão, mais uma vez, menos quem lá dentro está. É o que parece, pois seguem na repetida toada, no fracassado esquema.
     Vim aqui só para dizer que, jogando com 10, uma equipe fraca em talentos como o Vasco não pode vencer time algum na série A do Brasileiro. Simples assim. Já é difícil com 11, vê lá com 10 jogadores apenas.
     A leitura é muito simples, mas não vejo nenhum comentarista chegar perto: uma equipe fraquíssima no meio-campo, que não evolui com a bola, que não trama jogadas no entorno e dentro da área do adversário, não pode ter um centroavante tanque como Maxi Lopez. Simples Assim.
     Desde o início da série A que Maxi Lopez tenta jogar como pivô para ninguém. Eu vi Fischer jogar assim no Botafogo e no Vitória, nos anos 1970, e era outro nível. A bola sempre caía nos pés de um companheiro. Maxi Lopez escora bolas para trás, no mais das vezes armando contra-ataques adversários. Um desastre. 
     E dentro da área, Maxi Lopez vive de uma sobra ou outra. As jogadas aéreas são sempre aproveitadas por outros jogadores, geralmente zagueiros, como hoje na partida contra o Avaí.
     Não dá. Ele não. Um time que depende do contra-ataque ou de velocidade na penetração com a bola, precisa de um jogador mais ágil no ataque, não de um tanque. 
      Pelo amor à sua história, o Tiago Reis precisa entrar no time do Vasco. Ele, sim. Esse garoto, mais conhecido como T-Rex, tem uma média assombrosa de gols por partida no Vasco. E não joga porque o titular é o tanque Maxi Lopez. 
     Luxemburgo disse que o jogador do Vasco precisa ser homem em campo. E eu digo que o treinador do Vasco precisa ser homem na escalação da equipe. Tiago Reis no ataque imediatamente. E Pikachu no meio de campo, ó Luxa!