quarta-feira, 11 de julho de 2018

C0PA DO MUNDO 2018 - zebra quadriculada



   O que esperar de uma seleção que chega à final de uma Copa do Mundo aos trancos, golpes de capoeira e língua de fora? Tudo, inclusive repeteco. Depois de uma piscinoterapia intensa e posts provocativos, a Croácia enfrentará a França, domingo, tendo jogado uma partida inteira a mais que o adversário e com um dia a menos de descanso. Lembra a Itália de 70, mas a época, o local, o horário e a altitude são bem diversos.

   De modo que, se a França quiser mesmo ser novamente campeã terá que matar logo o jogo, incorporando os mesmos vetores croatas: frieza, persistência e garra. Botar a língua de fora e não deixar oxigênio para os verdadeiros "tites" agirem ou reagirem.

    De sua parte, Glorinha me tuítou se dizendo um pouco confusa com a croacidade, com a dificuldade da língua e com o nervosismo da geopolítica daquele território. Garantiu que o curso intensivo de francês, que ora faz, atenderá bem seu futuro breve. Glorinha parece não ser mais a mesma, em sua temporada europeia.

   E o irmão do zagueiro Marquinhos disparou na web uma suspeita sobre o clima entre jogadores e participação das famílias na construção do ambiente canarinho.

   Por fim, deixaram Mick Jagger cantar o hit "o futebol está voltando pra casa", daí... a virada foi o mínimo. A tal presidenta-torcedora é do balacobaco, mesmo. Domingo, Macron vai se ver em apuros na tribuna.  

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