domingo, 24 de junho de 2018

COPA DO MUNDO 2018 - derrubar gigantes



  "Chega de trapaças. Chega de lágrimas de crocodilo. Chega de narcisismo" (Eric Cantona). Trata-se obviamente de se jogar bola, quando se está em campo de jogo.

   Sigo a duvidar do México, equipe de uma jogada só e mal executada, quase sempre. E jamais duvidei da Alemanha. Não é fácil derrubar gigantes. Se houver outro Alemanha x México nesta Copa, teremos motivo para muita risada.

   Amanhã saberemos até onde vai a potência do Cristiano que quer ser Ronaldo. Não creio que seja suficiente para levantar uma Copa do Mundo, sigo acreditando.

   A política ganha espaço na Copa da Rússia, como nunca antes. Beligerâncias antigas mostram as unhas, as mãos inteiras, e os perdigotos ácidos são disparados em diversas direções. Nossa adversária Sérvia pede punição e se complica; suiços enfrentam processos disciplinares, enquanto alguns outros escapam sorrateiros.

   O VAR subordina-se a decisões humanas. Será falho, como falho é o árbitro em campo. E tantos quantos sejam os auxiliares disponíveis. Não creio que vingue. Há coisas mais importantes e que não são cuidadas, como o número de substituições, que segue inexplicavelmente reduzido, em prejuízo do espetáculo. 

   A Argentina... não é fácil derrubar gigantes.

    

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