Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






segunda-feira, 28 de julho de 2014

RESCALDO DA COPA (4)

MICO DOS MICOS:

O "É Tois" de Dilma.

No mais:

a) quando Dr. Johnson escreveu que "o patriotismo é o último refúgio do canalha", o que alguns complementam, como lembrou Pedro Bial em programa da Sportv, com "e às vezes até mesmo o primeiro", cravou uma máxima definitiva, que pode ser exemplificada de várias maneiras:
- a coisa não deu certo (qualquer que seja a coisa) mas nosso objetivo sempre foi defender os interesses da pátria;
- em nome da pátria fizemos o possível e o impossível para levar benefícios aos mais distantes rincões;
- não importa o custo final da obra, o que importa é que nosso país está agora bem servido com essa maravilha de obra de engenharia;
- tudo que fiz foi pelo bem do pais;
e assim por diante e pro fundo.

b) em nome da pátria são cometidos muitos crimes em benefício próprio. Talvez, algum dia, as obras para a Copa se revelem por inteiro;

c) em nome da pátria muita incompetência se estabelece como heroísmo;

d) em nome da pátria se busca a inocência para todos os descalabros cometidos por aquele que apela pro seu nome;

e) não, Diego Costa não traiu a pátria. Quem traiu a pátria talvez tenha sido quem afirmou tal leviandade;

f) em nome da pátria se fez e se faz muito sangue humano escorrer pela terra;

Pois, se é pela pátria tudo e qualquer coisa fica previamente justificada.

E tudo que a pátria quer, e precisa, é que cada qual cumpra seu papel, faça a sua parte, com um alto grau de comprometimento com o melhor resultado.

Um artista deve provocar a emoção em quem aprecia sua arte. Simples, assim.

Tudo isso são obviedades. Por isso mesmo, muito difícil de ser dito e compreendido, como tudo que é óbvio.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

RESCALDO DA COPA (3)

MICAÇOS:

Péricles, no centro do Itaquerão, cantando o hino na abertura da Copa sem som no microfone.

Cláudia Leite na boquinha da garrafa.

Jogadores croatas a tomar banho nus na piscina do hotel.

Torcedores chilenos invadindo o Maraca e caindo direto no centro de imprensa.

O soco do assessor de imprensa no jogador chileno.

A mordida.

O choro no meio da batalha.

Os dólares cheirados pelos ganeses.

A camisa de Neymar, como se fosse o último vestígio de um herói desaparecido.

A máfia de cambistas oficiais desbaratada pela polícia carioca.

A goleada atribuída a um apagão.

A carta de D. Lúcia colhida na parreira das almas.

O ânus aberto do Mascherano.

O choro no apagar das luzes, e mais choro.

Os gols perdidos por Higuaín e Palácios na final.

A estatística brandida por Felipão "fomos bem".

Bem, admitamos, o forçado hino a capela.

domingo, 20 de julho de 2014

RESCALDO DA COPA (2)


Pão de queijo, goiabada, caipirinha, farinha de mandioca, sucos de frutas e frutas no café da manhã. O mundo, enfim, descobre o Brasil, para além das bundas baloiçantes e do futebol brochante.

Farra nas Fan Fest, na Vila Madalena, na Savassy, no Porto da Barra: música, dança, droga e um pouco de briga, que ninguém é de ferro.

Os inocentes creem nas ações oficiais de segurança, mas me contaram que a paz nas ruas se deu por motivo mais prosaico e capitalista: vender drogas a um público ávido por elas dá mais lucro que correr riscos em assalto. Simples, assim.

O povo deu um jeito na parada. Divertiu-se e fez divertir. Quem pode pagar ingresso, experimentou algo que, à distância, beira o mágico. Na próxima Copa do Mundo no Brasil, irei a todas as partidas em Salvador, quaquaquá.

Dunga de volta. Futebol anão, de carantonha, retranqueiro, acidental. Vamos, novamente, entregar a responsa a um atacante genial. Vamos voltar à gangorra dos resultados medíocres.

Dizem que tem gringo extraviado até hoje, não querendo voltar.

Projeções otimistas: guerra na Rússia, escândalo no Qatar. A Fifa vai rebolar no preparo das duas próximas Copas. Bem, estamos com a casa arrumada. Se não para 18, mas para 22, vale a pena apostar no Brasil como sede. Se eu fosse da CBF começaria a articular o movimento "New Brazil".

sábado, 19 de julho de 2014

RESCALDO DA COPA

Özil doou a grana do prêmio para o custeio de 23 cirurgias de crianças brasileiras.

Müller mandou a jornalista colombiana enfiar a Chuteira de Ouro naquele certo lugar.

A 173, 168, 155km/h, argentinos foram multados nas estradas brasileiras durante o retorno, depois de experimentarem seu Maracanaço.

Argentinos deixaram para trás, nos locais que os abrigaram no Rio de Janeiro, pichações ofensivas a Pelé e ao Brasil. Não aprenderam nada com os japoneses.

Enquanto isso o famigerado jornal Olé!, de Buenos Aires, ostentava a manchete "Você não tem dignidade". Você, mesmo, que me lê agora; eu, que agora escrevo; você, brasileiro, indigno para os argentinos. Isso porque torcemos para a Alemanha, na final da Copa.

O Olé! não entendeu que a vitória foi da Alemanha, mas os 7 x 1 foram construídos pela seleção brasileira, e só por ela. Os alemães não carregam culpa pelo placar dilatado. Vergonha nossa. Não houve, portanto, nenhum motivo para um brasileiro indigno não torcer para a Alemanha naquela final.

A torcida arrogantina, como rotulada na web, não entende por que os ofendidos não amam a quem os ofende. 

Tudo continuará como dantes no quartel de Marin e Del Nero. Um retranqueiro como técnico será a solução. Assim não teremos mais um 7 x 1 e, desta forma, a nação estará salva.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

WC'14 (11)

Faz tempo que não frequento estádios. Mas ontem me comportei, aqui em casa, como se em um estivesse. Fiquei rouco de tanto expelir palavrões, assustei todos em volta, embora não tenha recebido, até o momento, nenhuma reclamação dos vizinhos. Creio que estavam na mesma sintonia.

É bom extravasar, na proteção do lar, a pressão do id, ou coisa parecida. O futebol permite essa catarse, muito notada em arquibancadas de estádios. Cometi meus exageros, também, no WhatsApp, essa ferramentazinha espetacular dos smartphones. Mas já pedi desculpas aos familiares. Claro que bebi antes, durante e depois.

A coisa é assim: em jogos da seleção brasileira, fico muito tenso antes da partida. Essa tensão vai se alterando de acordo com a movimentação do placar. Se a partida se encaminhar para uma vitória canarinho, vou me acalmando e, aos poucos, ficando feliz. Não há gritos nem palavrões. Se a rota se der no sentido contrário, a tristeza se assenhora e eu murcho feito maracujá maduro.

Torci entusiasticamente contra a Argentina. De modo específico e geral. Não me cobrem comportamento politicamente correto num'ora dessa. A Argentina como país e nação merece todo respeito e admiração. Mas, no ambiente do futebol, a torcida argentina sabe, como poucas, despertar a ira do adversário. Não preciso adjetivar o comportamento "hermano", é por demais conhecido. 

E o castigo veio pelo talento de Götze, aquele que em post anterior eu disse ser a exceção no padrão de excelência do time alemão. O garoto entrou para, no fim da partida, dar um fim à arrogância argentina. Que não era dos jogadores, diga-se, mas da torcida. Uma torcida que, numa partida contra a Alemanha, não cessava de achincalhar quem tão bem os recebia, nós. Ofensas que, segundo soube, hoje fervilham no Facebook, na eterna linha de "macaquitos" e outras referências racistas mais óbvias. Curioso é que nenhuma instituição argentina, que eu saiba, tenha vindo a público dizer que tal comportamento seja reprovável. Se veio, gostaria muito de saber quem e quando.

domingo, 13 de julho de 2014

WC'14 (10)

HUMILHAÇÃO.
HUMILIATION.
HUMILLACIÓN.
DEMÜTIGUNG.
PONIZENJE.
UNIZHENIYE.
ASAGILAMA.
FORNEDRING.
PONIZAVANJE.
UPOKORZENIE.
UMILIAZONE.
IRENISILE.
MEGALÁZÁS.
VERNEDERING.
TAPEÍNOSI.
HUMILIGO.
YDMYGELSE.
PRYNYZHENNYA.
HUMILITATEM.
STORATS'UM.
NÃKÃLA.
NGEYEK.
IMILYASYON.
UMILIRE.
HUMILHAÇÃO.

sábado, 12 de julho de 2014

WC'14 (9)

Um jogo que nem deveria acontecer, para Van Gaal. No que eu concordo: é uma partida de altíssimo risco para a seleção brasileira.

Luciano do Vale morreu antes da Copa. Osmar Santos morreu quando a Copa se arrasta em seu final. Pelo meio do caminho, outros ficaram: Maurício Torres, o Casal 20 do Flu, Di Stefano, o torcedor que infartou na partida contra o Chile, dois jornalistas argentinos, duas pessoas na queda do viaduto em Belo Horizonte. A morte não permite a ninguém o esquecimento.

Depois da tempestade, a tormenta. Sai Felipão, entra Tite. Felipão não sai mais: continua seu belo trabalho. Marin sai da peruca-moita ditatorial para abobrinhas. Del Nero se adianta com outras manifestações imperiais; o vice-presidente, também. O empresário de Neymar parte para ofensas. Deve vir um técnico estrangeiro? Passarella, Guardiola, Mourinho?

Cegos no tiroteio. E assim entraremos em campo hoje. Sai Fred, Hulk e Bernard; entram Jô, William e Paulinho. Fala-se em honra. Resgatam-se antigos duelos. É, uma partida de altíssimo risco.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

WC'14 (8)


Foi apenas uma derrota. Vida que segue. Esse, o tom que se esforçam para dar ao que aconteceu no Mineirão. (Nem precisa determinar o sujeito da oração anterior, deixa pra lá.)

Não, não foi apenas uma derrota. E a vida não segue, até agora, pra muita gente. E não seguirá como deveria, jamais. Para muita gente (não preciso provar quem), a imagem do futebol brasileiro foi seriamente arranhada. Talvez, mais que isso, estilhaçada. E para recuperá-la, obviamente, uma vitória amanhã contra a Holanda não será suficiente.

Como ficamos, agora? Continuaremos apostando apenas nos talentos individuais? Reconhecemos, como disse em post anterior, que jamais mudaremos o ser brasileiro, e seguiremos colocando nossas fichas no ventre nacional paridor de craques? Entregaremos o sonho do hexa, e de outros títulos, à possibilidade de dois ou três novos craques se juntarem a Neymar, em 2018, e resolverem a coisa? Os gênios da Globo berrarão como sempre que o mundo inteiro é apaixonado pelo futebol brasileiro? Ou será que o mundo inteiro, agora, faz chacota do futebol brasileiro? 

(Alguém duvida que tomaremos, como sempre, o caminho mais confortável: trocar o técnico pra ver como é que fica?)

O raciocínio é simples: o futebol mágico e vencedor foi esmagado pelo futebol consistente em técnica e tática, sustentado por uma organização basilar que, afirmo à distância, ocupa-se apenas do desenvolvimento do futebol e não da carreira política e bancária dos seus dirigentes. 

Um exemplo vindo do adversário de amanhã: Van Gaal deixa o cargo depois da Copa para assumir o comando do Manchester United e em seu lugar entrará Guus Hiddink, que já dirigiu a Holanda em 1998, até a Eurocopa de 2016, quando assumirá o posto Danny Blind, um dos atuais auxiliares do Van Gaal, pai do lateral esquerdo Blind. Tá tudo planejado, acertado, tranquilo. 

No caso da Holanda, sim, foi apenas uma derrota, Vida que segue.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

WC'14 (7)

Acabou. E não acabou. Como insiste Felizcão, ainda falta um degrau na caminhada. Um degrau para lugar algum, mas degrau.

Com a torcida argentina se comportando como se estivesse em La Boca ou na Bombonera, temi por um encontro entre nossas seleções no sábado. Poderia ser o momento trágico da Copa. Pelo que poderia acontecer fora do gramado, pois no gramado a cota já se esgotou.

Edmundo disse que se estivesse em campo, no Mineirão, sairia na porrada com algum adversário, mas a partida não continuaria daquele jeito. Impressiona, mesmo, que nenhum craque brasileiro tenha caído em campo, especialmente o goleiro, e interrompido aquela enxurrada de gols por uns minutos.

Basta reparar na aparência dos jogadores envolvidos nas semifinais para se perceber a diferença entre adultos e adolescentes tardios.

Piadinha da web envolve os papas vivos, Francisco e Bento, Argentina e Alemanha. Bem, nessa rota, vale lembrar que estarão juntas, no Maracanã, Kirchner e Merkel, alemãs. Assim, vai dar 3 x 1 em favor da Alemanha, com um gol contra. 

A piada maior que ouvi está sendo replicada pela imprensa: o chefe da máfia dos ingressos seria o argelino Fofana. Isso significa que o o inglês da Match, Whelan, confirmadas as suspeitas, não passaria de seu subordinado, seu fornecedor. Ora, senhores...

Uma ditadura jamais se vai por inteiro, em países instáveis como o nosso. Aqui e ali dá para perceber seus dedinhos gorduchos bolinando o tecido social. A coletiva de imprensa de ontem, pontuada por Felipão e Parreira, foi um desses momentos. Deu para ver dedinhos e beicinhos, loucos para espremer, para cuspir, para esganar, para fraudar o país, a realidade, todos nós, qualquer um que ouse questionar, denunciar seus equívocos, apontar suas falhas profissionais. 

De resto, uma búlgara se juntará às alemãs, domingo, na tribuna do Maracanã. Não sei por que me lembrei disso, justo agora, depois de falar de ditadorezinhos amoitados...

quarta-feira, 9 de julho de 2014

WC'14 (6)


Vivemos, e agora sabemos. Na verdade, agora sentimos.

Estamos no futuro de ontem e conhecemos parte de seus acontecimentos, aquele pouco que conseguimos apreender.

O riso se fez pranto. Os deuses do futebol lavaram as mãos. Nosso coração foi crucificado mil vezes a cada uma das sete batidas do martelo germânico.

Os heróis têm nomes impronunciáveis, são outros,  possuem seus méritos.

Quanto a Nós, não mudamos antes da partida, não mudamos durante, não mudamos depois. Jamais mudaremos. Há um certo fanatismo no ser brasileiro. "Com brasileiro, não há quem possa." Ser brasileiro é suficiente. "Eles são nossos fregueses."

Ontem, a seleção fez o que sempre fez, da mesma maneira que nas partidas anteriores, sem se importar com o adversário. "Os outros é que devem se preocupar com a seleção brasileira." Assim, é desnecessário desenvolver alternativas de jogo, estudar o adversário e seus esquemas de jogo, marcar seu principal jogador, adotar táticas específicas 

Mas a Argélia quase ganhou da Alemanha, diria alguém. Sim, mas Nós não somos a Argélia, sabe, somos o Brasil, pentacampeão do mundo etc. etc.

O que faltou? O oposto daquilo que sobrou.  

De resto, fica a gratidão à elegância germânica durante e após a partida. 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

WC'14 (5)


Dois sul-americanos, dois europeus.

Dez títulos mundias, dez vices.

A final será na média: um sul-americano x um europeu?

Ou dará dois sul-americanos, ou dois europeus?

As cartas estarão em campo amanhã e depois. Noutro depois, será o caos da alegria ou do desespero.

Amanhã, teremos uma Alemanha inteira, leve, compacta, repleta de alternativas e de craques afinados, à exceção de Goetze, e um Brasil em frangalhos, perturbado emocionalmente, repleto de dúvidas na escalação e craques em débito para com a equipe e a torcida.

Nessas horas, lembro da Alemanha entontecida diante da Argélia, da Holanda zonza frente à Costa Rica. E da Espanha infantilizada face à Holanda. Episódios antes inimagináveis, inesperados, marcados por atuações épicas de quem menos se esperava, à exceção da Holanda.

Todos sonham com o ressurgimento de Fred e seus gols. Eu mesmo sonho com o Oscar da final do Mundial sub-20, em 2011, na Colômbia, quando fez três gols na contravirada sobre Portugal. Ou com a força verde de um improvável Hulk, ultrapassando as defesas germânicas com seus arranques e petardos. 

Como saber, se não viver?

Do riso se fará o pranto? Dos trapos, a reluzente fantasia? Da simpatia, a glória? Da miséria, a criatividade?

Onde, nest'ora, Neymar garrinchará? Em que salto, Neuer cairá de mãos vazias? Donde partirá a seta envenenada, rumo a que coração?

domingo, 6 de julho de 2014

WC'14 (4)


O carrinho por trás é punido com cartão amarelo, pelo perigo que pode trazer ao jogador atingido, que não tem chance ou oportunidade de se proteger do pontapé.

Zuñiga atingiu Neymar por trás, elevando assim exponencialmente o grau da agressão. Agressão, sim, pois a imagem mostra que, em nenhum instante, Zuñiga procurou a bola: foi direto no corpo de Neymar, atingindo-o por trás com uma joelhada nas costas, tão ou mais perigosa que um pontapé ocasionado por um carrinho.

O carrinho é uma situação de jogo, até certo ponto, comum. Por isso, a punição é clara. Não há previsão específica para uma punição a joelhada nas costas, por não ser esta uma situação de jogo. É uma agressão, pura e simples. E como tal deveria ser tratada pelo Comitê Disciplinar da Fifa.

Zuñiga pode não ter, aos 28 anos, um histórico de violência em campo. Mas na partida contra o Brasil agiu de forma violenta no episódio envolvendo Neymar e, antes, dando um pontapé no joelho esquerdo de Hulk, que não tirou o atleta de campo porque não é à toa que seu apelido é Hulk. 

Igual tratamento, punição severa, deveria ser dado ao árbitro espanhol, omisso e incompetente. 

quinta-feira, 3 de julho de 2014

WC'14 (3)


Bélgica x Estados Unidos pelo rádio do carro, emissora de Feira de Santana "e região":

"Lá vai a seleção da Bélgica no ataque... parou, fintou, a bola sai pela linha de lado, lateral para os belgas... a seleção da Bélgica segue no ataque, chegou na linha de fundo, cruzou... corta a defesa americana!..."

E assim sempre.

Até que o locutor sabia o nome dos goleiros: Courtois era "Curtuá", mas Howard saía "Rôude". E Rôude foi gritado muitas vezes, defendeu demais.

Uma experiência inesquecível, aqueles trechos de narração quase indeterminada dentro de um programa de merchandising, isso que se tornou a transmissão futebolística pelo rádio.



quarta-feira, 2 de julho de 2014

WC'14 (2)


Cravo meus palpites para as semifinais: Brasil x França e Holanda x Bélgica.

A Alemanha está desgastada fisicamente e a partida será às 13 horas. Não terá, provavelmente, alguns titulares, como Muller e Schweinsteiger. Os zagueiros são muito altos e pesados e a França tem atacantes baixinhos e velozes e jovens.

A Bélgica é palpite anti-hermanos. Brasil, palpite de coração. E Holanda, da razão.

Brasil x Holanda, na final. Palpite da emoção.