Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ESSE É CRAQUE!

Futuro presidente do FLUMINENSE. Foto: O Povo on line.
Com a palavra, o DR. MÁRIO BITTENCOURT, advogado do FLUMINENSE:

"O Fluminense veio defender seus direitos. Não ficamos constrangidos de estar aqui e não ficaríamos nunca. E, por isso, cumprimos nosso dever profissional e de clube, que é estar atento ao regulamento. O sentimento é de dever cumprido, mas continuo sem motivos para comemorar. O que aconteceu foi apenas o cumprimento do regulamento. Participamos como terceiro interessado porque era um direito do Fluminense. Algumas pessoas tentaram nos constranger no tribunal, constranger torcedores nas ruas. Olha a responsabilidade das pessoas que levaram essa questão para o campo emocional. Nosso dever era defender a instituição e o torcedor. Nos últimos dias falaram que torcedores poderiam entrar na Justiça comum para defender a Portuguesa. É engraçado. Nesse pensamento, os torcedores do Fluminense também poderiam entrar na justiça. E, convenhamos, defendendo algo bem mais fundamentado como o cumprimento das regras. Estaremos aqui enquanto o Fluminense estiver brigando legitimamente por seus direitos.

"Tenho certeza de que se fosse em outra rodada nada disso estaria acontecendo. E complemento: se o caso tivesse ocorrido na última rodada e envolvesse o nome do Fluminense, tenho certeza de que vocês, jornalistas, não estariam aqui. Obviamente, não por responsabilidade de vocês, que estão apenas trabalhando. Mas, sim, porque o clamor popular não teria sido igual. Estariam todos dizendo:'Coitada da Portuguesa, que não cumpriu o regulamento e acabou beneficiando o clube tal'. Se criou uma história ao longo dos últimos anos de que o Fluminense é um clube que não privilegia o resultado de campo. É justamente o contrário. O Fluminense cumpre as regras, os regulamentos.

"O Fluminense sempre deixou claro que ia batalhar juridicamente nas esferas desportivas por seus direitos. A decisão cabe à Portuguesa. Todos sabem que a Fifa repreende essa atitude, inclusive por terceiros. O Fluminense cumpriu seu dever e não vai falar sobre o que a Portuguesa vai fazer. Essa discussão, aliás, é interessante. Ninguém se preocupa quando um jogador pega quatro jogos de suspensão como aconteceu com o Fred. Não há nenhum clamor popular para que algum torcedor entre na Justiça comum para escalar o Fred. É um ídolo, um artista do espetáculo. Por que não é assim? Porque a justiça desportiva é autônoma. Os clubes assinaram um regulamento sabendo disso e os clubes assinaram um regulamento sabendo disso. Imagine você se decisões, ações de torcedores, pudessem escalar jogadores. Todos sofreriam. Será que vai ter uma liminar do torcedor que ficou chateado com a suspensão do Fred? É assim que funciona. Essa decisão prestigia dez anos de cumprimento de decisões dessa casa que fizeram com que os jogos parassem de ser decididos na Justiça comum. Ninguém veio protestar pelo Goytacaz, que perdeu seis pontos em 2013 e deixou de subir para a Série A do Campeonato Carioca. O Goytacaz, de forma unânime, perdeu os pontos. Mas é o Goytacaz...As pessoas têm de colocar a mão na consciência agora e saber que o que aconteceu aqui acontece toda semana. Tentaram transformar isso em um caso sui generis da justiça. Com todo respeito, acontece todo dia."

PORTUGUESA NO SEU LUGAR DE DIREITO

Minha culpa!
Tchau, Portuguesa! Faça uma boa Segunda Divisão. Os tricolores agradecem. E volte em 2015 mais competente e séria. E a todos os outros torcedores que engrossaram o caldo contra o FLUMINENSE, obrigado! Vocês fizeram o FLUMINENSE e a sua torcida mais fortes, pois sabemos agora que a batalha é em campo e fora dele! Na próxima encarnação, criem campeonatos sem regras e tentem sair vencedores, se conseguirem.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

PORTUGUESA E FLAMENGO: OS VILÕES

Os clubes são todos iguais, perante o regulamento que rege os campeonatos.
Dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. Esta máxima latina define muito bem o que é um estatuto ou regulamento. Regras que devem ser seguidas, não importa a quem prejudiquem ou favoreçam. E o regulamento que rege o Campeonato Brasileiro de Futebol não é diferente. Sem ele, o futebol voltaria aos seus primórdios: um simples torneio de peladeiros uniformizados. E, se uma regra do regulamento em vigor diz que o jogador suspenso não pode entrar em campo no jogo ou jogos subsequentes à punição, isto tem que ser cumprido, à risca. Desprezá-la, em qualquer circunstância do campeonato, mesmo na última rodada, deixa o clube à mercê da aplicação de outra regra, que impõe a perda de pontos, como aconteceu recentemente com a Portuguesa de Desportos (SP) e o Flamengo. Se o FLUMINENSE acabou favorecido pela punição a ambos, não o foi por sua influência. Em seu lugar poderia estar qualquer um dos times do campeonato. Agora, que jornalistas sem tino, como o Sr. Juca Kfoury, defendam a Portuguesa e o Flamengo, incentivando a quebra do regulamento e, aí sim, a virada de mesa, é o que nos assombra. Se isso acontecer, no próximo dia 27, e a Portuguesa e o Flamengo voltarem a ganhar os pontos, será o FLUMINENSE que estará no direito de recorrer e certamente vai ganhar. Ou então definam logo, de uma vez por todas, num parágrafo único, que reze: "o regulamento a seguir será aplicado e cumprido com rigor, exceto quando favorecer o FLUMINENSE". É isso que jornalistas como o Sr. Juca Kfoury parecem, à sua maneira e com as suas palavras, querer insinuar, valendo-se da ideia de que estão a favor das massas que torcem pelo futebol e pela lisura no mesmo, e que foram às ruas e à rede protestar. A lisura, senhores, é o cumprimento rigoroso do regulamento, doa a quem doer. Dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. Para Flamengo, Portuguesa, Corinthians, Goiás, Botafogo, Criciúma, Vasco... ad infinitum.

domingo, 22 de dezembro de 2013

BRASIL CAMPEÃO MUNDIAL DE HANDEBOL FEMININO!

Vibração de campeã!
E depois de labutar durante anos, se não décadas, o Brasil ganha enfim um título mundial no handebol feminino. Diante de mais de 20 mil torcedores, em Belgrado, na Sérvia, o Brasil bateu as donas da casa por 22 a 20, coroando uma campanha irretocável, invicta e inédita: 9 vitórias. Como aconteceu com o vôlei masculino e o feminino, o handebol feminino atravessou a fronteira de mero participante das competições internacionais e atingiu o outro lado: das conquistas. É se preparar agora para as Olimpíadas de 2016, no Rio, em busca da inédita medalha olímpica. Parabéns, garotas! O handebol não é nada popular por aqui, mas vocês serão!

DIEGO COSTA

Diego Costa tem sido vítima de preconceito. 
Qualquer um pode se naturalizar, adquirir uma segunda nacionalidade, e defender outro selecionado nacional, menos Diego Costa.
Marcos Sena foi campeão europeu pela seleção espanhola. Marcos Sena deixou a imprensa brasileira, e grande parte dos brasileiros, orgulhosa do feito: um brasileiro campeão europeu pela Espanha, cara retado! Mas Diego Costa não pode ter essa aspiração.
Thiago Motta pode defender a Itália. Eduardo pode defender a Sérvia. Qualquer pebolista pode defender a seleção japonesa, chinesa, africana, mas Diego Costa não pode defender a Espanha.
Pepe e Deco, que fez gols na seleção brasileira, podem defender Portugal, e é lindo ver brasileiros com a camisa dos patrícios, pá! Mas a Diego Costa está vedada essa opção.

Diego Costa tem sido vítima de preconceito. E de uma canalhice patriótica institucional.
DC foi convocado no começo do ano, atuou alguns minutos com a amarelinha e não foi lembrado depois em nenhuma convocação. DC não foi convocado para a Copa das Confederações.
Então, adquirida a nacionalidade espanhola, DC é convidado a servir à Fúria. E diz sim, se não me falha a memória, no mês de julho ou agosto deste ano.
Felipão sabia disso, a imprensa repercutiu o fato insistentemente, e, mesmo assim, convocou Diego Costa no final do ano. Colocou DC na parede, de forma gratuita e desnecessária. Testou o rapaz. Jogou-o às feras. Diego Costa sustentou sua posição, como qualquer homem que honra o nome faria.
Felipão encenou, então, a tal canalhice patriótica institucional: gravou a desconvocação de Diego Costa (eu vi a cena, acho que pode ser vista por qualquer um no site da CBF, a que fede, ou no Youtube) sob a alegação de que DC havia se negado a defender o seu país em uma Copa do Mundo. Mentira!

Mentira porque Diego Costa foi convocado para dois amistosos, não para jogar a Copa do Mundo. Foi convocado para dois jogos amistosos desimportantes da mesma forma que fora convocado no começo do ano. Desta forma, é falsa a afirmação de que DC negou-se a servir o Brasil em um Copa do Mundo. Nada, nada no episódio, garantia a DC jogar a Copa do Mundo. Com Fred recuperado, ou qualquer outro atacante do agrado de Felipão, voltando a jogar bem, DC poderia ser muito bem esquecido, como foi na Copa das Confederações. Aliás, poderia ser gloriosamente sacaneado pelos poderosos de plantão atuando apenas alguns minutos, novamente, nos amistosos.
Alguns meses se passaram, apenas, e de repente Diego Costa se tornou o salvador da pátria de Felipão? Ora, catem piolhos em cobra! 

O patriotismo é, sim, o último refúgio do canalha, como ensinou séculos atrás o sábio Dr. Johnson, se não me equivoco de autor. Transformar uma convocação para uma seleção (que não é brasileira, como afirmou Rivelino, pois não reúne os melhores jogadores, mas os jogadores do agrado e servem ao esquema do treinador) em convocação para servir o país como se fosse em uma guerra, é... bem, deixa pra lá, que já ficou clara a questão.

Escalaram Diego Costa para Cristo, como bode expiatório preventivo caso a seleção brasileira não vença a Copa. Será que tudo isso se deu por DC não ter uma assessoria de imprensa no Brasil? Ou por ser nordestino? Ou por não ter jogado pelo Corínthians ou pelo Flamengo, times de massa, antes de ir pra Europa? Ou por ter peito suficiente para dizer "não"? Ou por completar, de forma assustadora, o ataque de uma das melhores seleções do mundo?

Torço pela seleção brasileira, claro. Mas vou torcer, também, por Diego Costa brilhar na Copa. Se vier, pois tudo pode acontecer até lá.

sábado, 21 de dezembro de 2013

A PILHÉRIA DE HÉVERTON

Foto: Futura Press.
Leio na imprensa que o Héverton, pivô da patacoada que levou a Lusa à Série B, disse que jamais jogaria no FLUMINENSE. Oh, Héverton! Você diz isso porque sabe que jamais jogaria no FLUMINENSE. Sua fala não passa de despeito psicanalítico, ou pilhéria, pois quem desdenha quer. Vá ler um pouco, Freud de preferência. Além do mais, "craques" como você vivem aos trambolhões por aí, e o FLUMINENSE prefere os melhores. Imagine-se jogando com Conca, Fred, Jean, Sóbis, Carlinhos, Wágner... Você ia carregar piano, cara! Portanto, fique onde está, com a sua arrogância de novela e seu desdém de almanaque. A Lusa é o time ideal para jogadores sem tino como você. Ou vá penar banco no exterior, onde o futebol é mais sério.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

O GALINHO MINEIRO

Imagem: Globo.com
E o "grande" Atlético Mineiro... Campeão da Libertadores 2013, Vice-Campeão Brasileiro de 2012... Fez corpo mole contra a Portuguesa de Desportos (SP) e todos os clubes que disputavam junto com o FLUMINENSE para não cair, mas jogou contra o tricolor carioca como se fosse uma final de campeonato. E ontem, contra um time que não é nem um adversário à sua pequena altura, perde de 3 x 1, sem apelação, desperdiçando a grande chance de jogar uma partida contra o poderoso Bayern. Bem, eles podem investigar se o Raja Casablanca não escalou algum jogador irregularmente... Nada como um dia após o outro. Resta a Cuca treinar o FLUMINENSE em 2014.

PORTUGUESA PAPAI NOEL!

Imagem: Globo.com
Leio na internet que os dirigentes da Portuguesa de Desportos (SP) estudam a possibilidade de jogar a Segunda Divisão com uma camisa parecida com o uniforme n. 1 do tricolor carioca. Não façam isso! Façam melhor! Mudem de cor e entrem em campo com um uniforme branco e vermelho. Camisa e calção vermelhos, com frisos, gola e mangas em branco. Bem Papai Noel. Pois, afinal de contas, que belo presente de Natal a Portuguesa deu ao FLUMINENSE!

Além do mais, a Portuguesa não tem história para vestir a camisa do FLUMINENSE. Nem mesmo nestas circunstâncias.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A VÍTIMA É O FLUMINENSE

Pedro Mesquista diz que sua filha sofreu ofensas por vestir a camisa do Fluminense (Foto: arquivo pessoal)
A vítima é o Fluminense. Bem assim. Leiam o que está acontecendo e respondam se isso é futebol, ou torcer, ou exigir justiça:

"Fomos ao mercado, e já na saída do condomínio um conhecido brincou conosco. Mas ali era só zoação. Logo depois, uma mulher de uns 35, 40 anos olhou para a minha filha vestida com a camisa do Fluminense e falou: "Com essa blusa de merda você nunca vai ser linda". Já achei um absurdo. Em seguida, um caminhão passou, e quem estava dentro dele xingou ela novamente. Fiquei espantado. Não era eu que estava com a camisa do Fluminense, era uma menina de três anos! Brincar faz parte do futebol, mas as pessoas estão perdendo a noção do limite. Minha filha nem entende o que é futebol, o que é Fluminense. Veste a camisa porque eu sou torcedor. Já li na internet relatos de tricolores tomando garrafada no centro da cidade, de criança sendo xingada na escola. Eu não vi essa revolta quando o goleiro Bruno tirou a vida de uma mulher. Onde estavam essas pessoas que agora falam em moralidade? Onde estavam os botafoguenses quando o Gama foi prejudicado em 1999? Onde estavam os vascaínos quando o Eurico mandava e desmandava no futebol carioca?, indagou o tricolor Pedro, que trabalha na indústria farmacêutica". Para ler matéria completa, clique aqui

Flamengo e Portugeusa erraram e, porque devolveram o Fluminense à Primeira Divisão, deveriam ser cobrados pelos seus próprios torcedores. Mas estes, como é comum, culpam o "outro", o Fluminense, que nada tem a ver com a história e foi um "natural beneficiado", como poderia ser o Vasco ou qualquer outro clube que estivesse naquele ponto da tabela. Se o Fluminense, por exemplo, não tivesse vencido o Bahia, não estaria ali. Patético!

"O inferno são os outros." (Jean-Paul Sartre)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CAMPEONATO BRASILEIRO (6)

Pois é, foi.
Reli o post abaixo, escrito na primeira parte do Brasileirão, quando tudo ainda era novidade.
O Cruzeiro disparou na liderança e ganhou o título 4 rodadas antes do fim. 
O Vasco de tanto perder, caiu mais uma vez, abraçado ao Fluminense. 
Barbio fez o último gol do Bahia no campeonato e pegou jeito de baiano. 
Bernard ficou por lá, talvez nem venha para a Copa.
E o Válter, ou será Walter, ganhou Bola de Prata, chegou ao topo da carreira.
Mais um artilheiro desconhecido, Éderson, que espero não tenha o mesmo destino de outros tantos que não vingaram.
O Bola de Ouro Éverton Ribeiro sequer é mencionado em possíveis convocações para a seleção, embora seja há meses o craque da vez. Isso prova que a seleção brasileira deixou de ser a reunião dos melhores jogadores para ser a reunião dos amigos do treinador. Teremos mais uma família canarinho, benza Deus.
Quanto será que custa o pacote da série B?