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TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CAMPEONATO BRASILEIRO (4)

Meu Deus, vai começar tudo de novo!

O Vasco volta a ser o Vasco de sempre: faz um gol e se tranca na defesa, não importa quanto tempo falte para acabar a partida. Somente o técnico do Vasco (qualquer que seja ele) e os jogadores (não importa quem, Pedro Ken!) ignoram o fato de que há do outro lado onze jogadores querendo a vitória.

A partida de hoje contra o Goiás foi a milésima partida a que assisti com esse bisonho desenho tático. A sorte de hoje foi não tomar mais gols. Técnico e jogadores do Vasco ignoram também o famoso ditado popular, aquele que garante furar qualquer fortaleza que se arme com Vaz ou Yotun de tanto Walter bater.

Como disse o sábio, uma coisa há no mundo que não possui limite: a burrice.


Viram essas bolas acima? Ambas são da mesma fabricante. A diferença entre elas é a brancura presente na primeira e totalmente ausente na segunda. Sabem até mesmo as crianças que a luz reflete na cor branca, torna o objeto mais visível em qualquer penumbra.

A primeira bola foi usada na Taça Libertadores e a segunda é a nossa bola do Brasileirão. A burrice não tem limite, mesmo. Em várias partidas, pela tevê, perdi a jogada procurando a bola na telinha. A "abóbora", como tem sido chamada, desaparece nos cruzamentos, nos chutes longos, quando se confunde com o fundo da imagem ou quando não há luz suficiente para refletir. Refletir? Nada, ela absorve luz, a bola do Brasileirão. Que continua rolando nos gramados por conta da cegueira ou da burrice das "otoridades" futebolísticas.

O Vasco, meu Deus, começou tudo de novo! Meu sal de bacalhau, please!

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