Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CAMPEONATO BRASILEIRO (5)


A saga continua: o Vasco deixa de vencer mais uma partida tomando gol no final. Impressionante, supera qualquer expectativa para o limite da estupidez coletiva. Próximo capítulo repetirá o padrão: faz um gol, recua, até tomar o empate (ou mesmo perder). O torcedor, eu, consegue fazer pior ainda: continua torcedor.

A boa fase do Botafogo fez desaparecer um dos melhores centroavantes jovens do país: Bruno Mendes. 

O Bahia continua produzindo novidades incríveis. Agora traz William Barbio. Talvez aqui a água de coco e o arrocha façam do Barbio um atacante eficaz. 

Bernard foi, enfim, não se sabe se para melhor. A coisa anda tão estranha que, mal chegou a notícia da transação, embargaram preventivamente 40 milhões no Banco Central para pagamentos de dívidas do Atlético Mineiro.

Nenhum clube disparou na liderança do Brasileirão. Isso é bom, aproxima-se do padrão pontos corridos. Times nivelados em medianidade, com picos de grandeza. Na 12a rodada, dois artilheiros chegam a 8 gols. Tudo meio compactado. 

Ninguém pede para o técnico do Goiás sacar o Válter do time. Nem mesmo a imprensa vigilante. Ninguém bota apelidos jocosos no rapaz, ninguém faz piada com seu corpanzil. Zagueiros perdem o sono antes e o fôlego depois. E o Válter segue fazendo a redenção dos gordinhos. E gols.


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

CAMPEONATO BRASILEIRO (4)

Meu Deus, vai começar tudo de novo!

O Vasco volta a ser o Vasco de sempre: faz um gol e se tranca na defesa, não importa quanto tempo falte para acabar a partida. Somente o técnico do Vasco (qualquer que seja ele) e os jogadores (não importa quem, Pedro Ken!) ignoram o fato de que há do outro lado onze jogadores querendo a vitória.

A partida de hoje contra o Goiás foi a milésima partida a que assisti com esse bisonho desenho tático. A sorte de hoje foi não tomar mais gols. Técnico e jogadores do Vasco ignoram também o famoso ditado popular, aquele que garante furar qualquer fortaleza que se arme com Vaz ou Yotun de tanto Walter bater.

Como disse o sábio, uma coisa há no mundo que não possui limite: a burrice.


Viram essas bolas acima? Ambas são da mesma fabricante. A diferença entre elas é a brancura presente na primeira e totalmente ausente na segunda. Sabem até mesmo as crianças que a luz reflete na cor branca, torna o objeto mais visível em qualquer penumbra.

A primeira bola foi usada na Taça Libertadores e a segunda é a nossa bola do Brasileirão. A burrice não tem limite, mesmo. Em várias partidas, pela tevê, perdi a jogada procurando a bola na telinha. A "abóbora", como tem sido chamada, desaparece nos cruzamentos, nos chutes longos, quando se confunde com o fundo da imagem ou quando não há luz suficiente para refletir. Refletir? Nada, ela absorve luz, a bola do Brasileirão. Que continua rolando nos gramados por conta da cegueira ou da burrice das "otoridades" futebolísticas.

O Vasco, meu Deus, começou tudo de novo! Meu sal de bacalhau, please!