Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






quinta-feira, 26 de julho de 2012

NEYMAR SE EXIBE

Dizem que o Neymar é o jogador que mais fatura no futebol brasileiro: 3 milhões por mês. A parte maior do bolo vem dos patrocínios e da publicidade.

Neymar precisa se expor para manter esses contratos milionários. Precisa ser o cara da hora, aquele que cria moda.

O técnico do Egito, Hamy Ramzy, disse hoje que o Neymar é um craque, mas precisa jogar mais para o time, se exibir menos.

Ora, caro treinador, exibir-se menos, para o Neymar, é ir contra a ordem natural das coisas. Afinal de contas, e das contas, o futebol é apenas o pretexto para ganhar milhões fora de campo. Exibir-se com o cabelo laminado, ou seja lá o que for aquilo, com tirinhas prensoras (devem estar fabricando milhões delas em algum lugar, neste momento), com aneis, camisetas, pulseiras, calças artisticamente deformadas, tenis turbinado, qualquer coisa customizada, é que se tornou o verdadeiro trabalho do carinha. Neymar já está deitado em nome esplêndido, e fim.

O Santos é a vitrine interna, a Seleção, a externa. Apenas isso.

Neymar joga, sim, para se exibir. Até quando irão bancar o esquema dele, ainda não se sabe, mas a imprensa apoia o Santos, a Europa não tem dinheiro para levá-lo etc. Enquanto isso, Neymar desfila em campo para sua própria riqueza.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O time da minha filha


 
Ontem, a flamenguista aqui torceu pela vitória do Corinthians.

Bem, na verdade, não foi bem uma torcida pelo Corinthians, mas sim pela derrota do Boca Juniors, porque brasileiro que se preze está sempre torcendo contra o futebol argentino, faça chuva ou faça sol.

De qualquer modo, este post é o pagamento de uma dívida. Explico: minha filha Sarah, corintiana, com camisa roxa e tudo (não fui eu que comprei), me fez prometer que se o time dela ganhasse eu escreveria sobre isso no Papo de Arubinha

Pois bem, pago a dívida e confesso: ontem torci, gritei, vibrei pela vitória do time que representava o Brasil (contra a Argentina) na Libertadores da América. O time da minha filha. O Corinthians.

No entanto, no Mundial de Clubes no final do ano, que me perdoe Sarah, mas eu sou Chelsea. Afinal de contas, dentro do meu peito bate um competitivo coração rubro-negro.