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TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Mário, que Mário?"


Em entrevista a uma emissora de rádio gaúcha, ele disse que joga profissionalmente apenas para sustentar a família, que no fundo detesta o ambiente do futebol.  Mário Fernandes, lateral gremista, perdeu o horário do voo que o levaria a Belém do Pará e desistiu de se apresentar a Mano Menezes. Aos 21 anos, emocionalmente instável, Mário tinha vaga garantida ano que vem  nas Olimpíadas de Londres, mas seu gesto jamais será perdoado pela CBF. Em 1996, Arílson, então no Grêmio, abandonou a concentração da Seleção Pré-Olímpica dirigida por Zagallo e jamais vestiu a camisa amarela. A Seleção se ressente dos seus raros desertores e os trata com desprezo e rancor desprorpocionais, sem levar em conta se eles estavam desmotivados, descontentes ou eram incapazes de viver um faz-de-conta. Leandro e Renato Gaúcho também fizeram suas escolhas às vésperas da Copa do México em 1986. Soberbas, tanto as empresas quanto a Seleção, costumam fechar a porta na cara de muita gente, mas não admitem ouvir um "não, não tô a fim".  

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