Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






domingo, 18 de setembro de 2011

FLU VERSUS BAHIA

Fui ver Fluminense versus Bahia hoje em Pituaçu, e a vitória do Tricolor de Aço foi incontestável. Além da disposição do Bahia em campo, que não deixou o Fluminense jogar, marcando a saída de bola durante todo o primeiro tempo (fruto, creio, da prancheta de Joel Santana), o próprio Fluminense facilitou as coisas para o adversário. Vejamos o que contribuiu para a fácil vitória baiana: 1) sem Mariano pela direita, o Flu cai ofensivamente; 2) sem Diogo à frente da zaga, Gum e Leandro Eusébio ficam muito vulneráveis e, mais cedo ou mais tarde, falham; 3) Gum, numa tarde infeliz, fez um gol contra, cometeu um pênalti e ainda foi expulso (provavelmente não vai dormir hoje); 4) só Lanzini para armar é muito pouco, ele é muito jovem, franzino e acaba sobrecarregado; 5) Ciro apanha da bola o tempo todo, me parece um jogador para entrar no segundo tempo, quando as coisas vão bem e o adversário busca outro resultado, pois só sabe correr e correr; 6) Rafael Sóbis é muito mais jogador que ele e deveria ser titular; 7) o Flu subestimou o Bahia; 8) Abel superestimou a arrancada que levou o Flu ao quinto lugar e, erroneamente, passou a acreditar que tinha o time ideal. De resto, tenho um amigo vascaíno, a quem eu vinha dizendo quase diariamente que o Vasco estava chegando, mesmo quando ainda não era uma ameaça aos líderes... Pois chegou.

3 comentários:

Carlos Barbosa disse...

Hum, bem... Que coisa, não?... Pois é, sacomé, né?... Aí, vai... Então, meio que... Pô, tava assim... Foi, foi, acabou fondo... Taí, é chato ser líder. Sim, Mayrant, foi a prancheta do Joel, pois o Souza conhecemos bem. Abraços e mais sorte na próxima. (carlos barbosa)

Tom Correia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tom Correia disse...

Durante muito tempo nutri grande antipatia pelo Vasco, mesmo tendo sido o primeiro time a ser campeão carioca escalando negros (1923). Mas a origem do meu asco tinha um nome sonoro: Eurico Miranda. O tempo passou. O time foi rebaixado, Dinamite assumiu, Juninho Pernambucano voltou. O time foi campeão da Copa do Brasil com um técnico mais conhecido pela finesse e honradez do que pelos seus méritos táticos. Com o dramático AVC de Ricardo Gomes e a lealdade demonstrada por todos em São Januário, seria fantástico se o Vasco fosse campeão este ano. Seria a redenção completa do futebol carioca e o resgate definitivo da imagem que o clube teve associada à arrogância, corrupção, má-fé e vilania.