Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






quinta-feira, 23 de junho de 2011

Santos é Tri, Zé Hate & outros flashes


Neymar é franzino mas não foge das botinadas, se ficar em pé e partir em direção ao gol, é candidato a novo fenômeno. Apesar do choro de ontem, parece ainda jovem demais para ter a noção exata do que vem fazendo em campo. Lembrei de Luxemburgo, que barrou o menino; e de Dunga, o Rancoroso, por não ter levado Neymar e Ganso pra África.

Ganso, mesmo sem ritmo, sempre será Ganso. Seus passes simples e objetivos (desce no campo e tenta fazer o mesmo pra ver se é simples) são um colírio. 

Caio Ribeiro sobre a violência dos uruguaios: "No Flamengo, numa disputa com o Peñarol pela Comenbol, fomos linchados (sic) em campo". Ficou o mistério do comentarista permanecer vivo após o linchamento.

Zé Eduardo chegou ao máximo da indigência futebolística na decisão: perdeu um gol debaixo da trave, sozinho, sem goleiro, sem nada. Ainda tentou justificar: "Eu não esperava a bola". Um atacante que se surpreende com a chegada da bola na pequena área só deve servir mesmo pro Gênova, coitado. Talvez melhore, nunca se sabe, mas não tem DNA de atacante, apenas correria e vontade não é o suficiente. Com mais uma faixa no peito, deve permanecer arrogante como demonstrou ser no episódio do bate-boca com torcedores via twitter.

Muricy desabafou: "Eu merecia esse título". Se a seleção de Mano for um fiasco na Copa América, começarão os rumores para que o discípulo do mestre Telê seja reconduzido ao cargo que. Nem sempre quem perde é derrotado. 

Durval, Edu Dracena e Arouca: impecáveis, mesmo com os pequenos erros.

Parabéns ao Santos pelo Tri merecido e com um jogador a menos: Zé Hate é quase um jogador a mais para o adversário. Final do ano, se tudo der certo, tem a final com o Barça. Só isso.


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