Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






terça-feira, 7 de junho de 2011

AMANHÃ E SEMPRE

  1. Não vi futebol no fim de semana que passou. Um tempo do jogo do Brasil, e só. Pelo sabido, não perdi grande coisa: o Brasil quase ganha, Pet se foi mas vai ficar, o Flamengo quase perde, Borges já fez contra o Avaí todos os gols que trouxe pro Santos, começou o troca-troca, e quem importa perdeu (Vitória, Bahia e Vasco).
  2. O Vasco não é mais líder, acabou a farra. Meu time reserva não entrou em campo. Agora vem a final. Amanhã. "E agora, o que vou fazer?", solfejo solitário. Torço para que o Coxa tenha gasto seus gols no domingo. E que a velha retranca vascaína seja capaz de suportar o torniquete coritibano.
  3. Sonhei que o Vasco fez como a Alemanha em 54. Amanhã, acordarei para saber.
  4. Hoje tem despedida do Ronaldo da seleção. Quinze minutos em campo, e acabou de vez. Ou não, pois o Corínthians quer aproveitar o R9 em amistosos. Haja infiltração.
  5. Ronaldo foi o atacante mais espetacular que vi jogar. Como vejo futebol desde meados dos anos 1970, isso quer dizer muito. Lembro sempre do meu irmão Nelsinho, quando vejo Ronaldo jogar. Nelsinho poderia ter sido mais, ter feito mais, até. Mas Nelsinho se foi antes de começar. Quando Ronaldo entrar em campo, hoje, por certo não verei mais Nelsinho nele. Concordo com o Rodrigo Paiva: não houve jogador com uma carreira tão fulgurante como a de Ronaldo - céu e inferno, céu e inferno, inferno, inferno, céu, glória eterna.

Um comentário:

Tom Correia disse...

Mesmo com Galvão forçando a barra, como sempre, teria sido bacana Ronaldo encerrar com um golzinho. Chances teve, mas o goleiro romeno não quis assinar seu nome nos livros de História. O foco foi todo em cima da despedida (e de uma volta olímpica andante) e esqueceram a atuação do time. Copa América vem aí. E na Argentina.

p.s. Carlos, sinto uma espécie de nostalgia branda quando você fala sobre seu irmão Nelsinho...