Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NEYMAR JR x MESSI

  1. Os dois vieram do ovo craques.
  2. Messi é jogador de futebol profissional profundamente amador; Neymar Jr é jogador de futebol profissonal dentro e fora de campo.
  3. Messi pratica o melhor futebol, coloca seu talento a serviço do time; Neymar Jr aplica seu talento em benefício próprio, sempre.
  4. Messi é completo: dribla, arma, combate, faz gols (muitos); Neymar Jr tem deficiências visíveis nesses fundamentos, até em fazer gols.
  5. Messi não é midiático; Neymar Jr vive na (e da) mídia.
  6. Messi amadureceu rápido; Neymar Jr é um daqueles mimados, que na hora do "vamo vê" nega fogo (lembra muito Ronaldinho Gaúcho).
  7. Ouso dizer, por fim, que Messi atingiu o ponto de ser comparado a Pelé, não a Neymar Jr. Pelé ainda é o melhor pelo conjunto da obra, mas do jeito que Messi tem jogado, falta pouco para subir o último degrau, aquele onde colocamos Pelé. (Não se atrevam a trazer Maradona para essa comparação; Maradona teve carreira pífia até ir jogar no Nápolis, daí em diante tudo virou pó, ou melhor, ficou sob suspeita e não merece crédito. Antes do Nápolis, não foi à Copa de 78 e na de 82 foi expulso no jogo contra o Brasil, após agredir Batista. Uma mixórdia, portanto, coisa pra fanático.)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Enciclopédia Barça - 10 Mandamentos


1. Amarás a posse de bola acima de todas as coisas

2.     Não precisarás de um centroavante para marcar gols

3.     Não demitirás o técnico após a perda de títulos

4.     Não mudarás sua filosofia de jogo após uma derrota

5.     Não dependerás exclusivamente apenas de um jogador

6.     Investirás com paciência e critério na formação de base

7.     Enxertarás alguns jogadores medianos no meio dos craques

8. Não humilharás o adversário morto em campo, mas sempre tentarás fazer todos os gols possíveis

9.     Terás um bom banco de reservas

10.      Precisarás de força nos braços para levantar troféus

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

LIÇÕES DO BARCELONA

  1. Que o futebol é um esporte coletivo.
  2. Que o jogador de futebol especialista é um jogador de futebol deficiente.
  3. Que vence o time que detém mais a posse de bola com o objetivo claro de abrir espaço até o gol adversário.
  4. Que a objetividade pode ser belíssima no futebol, ainda mais quando não se dá em linha reta.
  5. Que um time não pode depender do lampejo do craque.
  6. Que sem inteligência não se vence nem partida de dominó.
  7. Que vence fácil porque joga contra 8, no máximo 9, adversários, durante as partidas.
  8. Que o futebol brasileiro está bem atrás do futebol de alguns países e times.

A Holanda mostrou como praticar o futebol total. Telê Santana adaptou bem o modelo no Brasil. E só. De resto, praticamos no Brasil um futebol compartimentado: defesa, meio de campo e ataque são partes bem distintas na equipe e, quase sempre, atuam de forma isolada. Como exemplo, tenho ouvido desde ontem que "a defesa do Santos não é boa", como se fosse papel da defesa segurar todo o time do Barça.

Atacante brasileiro fica parado, quando não está participando de uma jogada diretamente. Zagueiro e meio campista, também. Os jogadores do Barça estão sempre se movimentando, oferecendo alternativas para o passe, quase sempre de primeira. O Real Madrid de Zidane esteve próximo de alcançar esse modelo. Aqui, jogador de futebol vive de chinfra.

A posse de bola faz o time inteiro correr menos. O passe longo, arriscado, pode dar certo, pode. E se der certo, mesmo Neymar Jr. pode não concluir em gol. Então, humildemente, jogadores geniais como Messi, Iniesta e Xavi tocam a bola até garantir um bom arremate. Silvinho, que foi lateral no Barça, conta que foi repreendido ao cruzar na área uma bola da linha de fundo. Não era para cruzar, era para dar um passe.

O Barça abre dois jogadores nas laterais; o adversário, bobamente, abre seus laterais para marcá-los. Não há nenhuma necessidade de marcar esses "pontas", eles não vão cruzar bola na área, vão se aproximar para o passe. Ao marcá-los, abre-se o espaço para a penetração de dois, três adversários na área. É assim que o Barça entra facilmente na área dos adversários, atraindo-os para fora e para os lados. Nem escanteio eles batem pelo alto, jogam sem atacantes fixos.

O time que quiser enfrentar o Barça precisa escalar todos os jogadores talentosos que possuir, em tese, todos os seus meio campistas. Não precisam de atacantes altos e fixos (para segurar zagueiros, pura ficção, pois a bola não chega) nem de zagueiros de dois metros de altura. Basta escalar que sabe dar passes de qualidade e sair jogando com um mínimo de confiança. E montar um esquema em Y. Quem não entender, eu explico em outro post.

A diferença entre Messi e Neymar, como modelos de jogadores de futebol, está na frase do empresário do argentino: "Tudo que não é futebol aborrece o Messi." Agora, comparem.

domingo, 23 de outubro de 2011

O BRILHO DO ASTRO E DE SUA TORCIDA

  1. O Esporte Espetacular, da TV Globo, exibiu hoje reportagem combinando a minissérie "O Astro" e o "Astro", time de Feira de Santana, representado neste blogue pela Daniela Rodrigues.
  2. A torcedora-mor do "Astro" recebeu ontem seu diploma em Direito, naquela nossa cidade.
  3. Ficam aqui os parabéns pelo brilho do time na telinha e pela conquista da Daniela, muito mais importante que um título estadual astrolar.
  4. Vida longa e muito sucesso ao Astro e à sua torcedora!
Imagens: do time e da formatura, a cargo da Daniela

terça-feira, 27 de setembro de 2011

"Mário, que Mário?"


Em entrevista a uma emissora de rádio gaúcha, ele disse que joga profissionalmente apenas para sustentar a família, que no fundo detesta o ambiente do futebol.  Mário Fernandes, lateral gremista, perdeu o horário do voo que o levaria a Belém do Pará e desistiu de se apresentar a Mano Menezes. Aos 21 anos, emocionalmente instável, Mário tinha vaga garantida ano que vem  nas Olimpíadas de Londres, mas seu gesto jamais será perdoado pela CBF. Em 1996, Arílson, então no Grêmio, abandonou a concentração da Seleção Pré-Olímpica dirigida por Zagallo e jamais vestiu a camisa amarela. A Seleção se ressente dos seus raros desertores e os trata com desprezo e rancor desprorpocionais, sem levar em conta se eles estavam desmotivados, descontentes ou eram incapazes de viver um faz-de-conta. Leandro e Renato Gaúcho também fizeram suas escolhas às vésperas da Copa do México em 1986. Soberbas, tanto as empresas quanto a Seleção, costumam fechar a porta na cara de muita gente, mas não admitem ouvir um "não, não tô a fim".  

sábado, 24 de setembro de 2011

Racismo e exílio


Andrade foi campeão brasileiro em 2009 com o Flamengo e depois disso praticamente desapareceu dos noticiários. Treinou o Brasiliense no ano seguinte, mas o time terminou rebaixado para a Série C. Desde então, o desemprego e o esquecimento. É intrigante que nenhum dos grandes e médios times do Brasil tenha pensado em tê-lo como técnico, deve haver algo errado nos bastidores. O ex-volante rubro-negro alega que sofre discriminação racial, que técnicos negros não têm chance nas grandes equipes. Não menos intrigante. Atualmente, com a exceção de Joel Santana, Luxemburgo e Celso Roth, nenhum outro da mesma etnia comanda os grandes da série A. Pelo menos não lembro de ninguém. E a Seleção Brasileira nunca teve um comandante black em Copas do Mundo. O banimento e a denúncia de Andrade merecem investigação.

domingo, 18 de setembro de 2011

FLU VERSUS BAHIA

Fui ver Fluminense versus Bahia hoje em Pituaçu, e a vitória do Tricolor de Aço foi incontestável. Além da disposição do Bahia em campo, que não deixou o Fluminense jogar, marcando a saída de bola durante todo o primeiro tempo (fruto, creio, da prancheta de Joel Santana), o próprio Fluminense facilitou as coisas para o adversário. Vejamos o que contribuiu para a fácil vitória baiana: 1) sem Mariano pela direita, o Flu cai ofensivamente; 2) sem Diogo à frente da zaga, Gum e Leandro Eusébio ficam muito vulneráveis e, mais cedo ou mais tarde, falham; 3) Gum, numa tarde infeliz, fez um gol contra, cometeu um pênalti e ainda foi expulso (provavelmente não vai dormir hoje); 4) só Lanzini para armar é muito pouco, ele é muito jovem, franzino e acaba sobrecarregado; 5) Ciro apanha da bola o tempo todo, me parece um jogador para entrar no segundo tempo, quando as coisas vão bem e o adversário busca outro resultado, pois só sabe correr e correr; 6) Rafael Sóbis é muito mais jogador que ele e deveria ser titular; 7) o Flu subestimou o Bahia; 8) Abel superestimou a arrancada que levou o Flu ao quinto lugar e, erroneamente, passou a acreditar que tinha o time ideal. De resto, tenho um amigo vascaíno, a quem eu vinha dizendo quase diariamente que o Vasco estava chegando, mesmo quando ainda não era uma ameaça aos líderes... Pois chegou.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

"AH, VAI MORRER!"

Deixei passar alguns dias para escrever sobre o ocorrido no domingo passado. Não sobre a partida Fla x Vasco, mas sobre o AVC do Ricardo Gomes. Não sobre o AVC propriamente dito, mas sobre o coro zurrado pela torcida do Flamengo enquanto o técnico era colocado na ambulância. "Ah, vai morrer!", várias vezes zurrado no Engenhão. E fica assim explicado o fato de a torcida do Flamengo ser tão odiada pelas outras torcidas. E vou parar por aqui porque meu estômago já protesta.

domingo, 21 de agosto de 2011

OSCAR, O CRAQUE

Antes que os imbecis lancem mão, como já o fizeram indicando Henrique, aponto o craque do Mundial Sub 20 encerrado hoje em Bogotá - ou ontem, sei lá - com o Brasil campeão: OSCAR. Faz tempo que não via um jogador de futebol atuar de forma tão completa: defendendo, armando e atacando. Este foi Oscar, em todas as partidas do Brasil no Mundial Sub 20 da Colombia. Três gols em um só partida final de Mundial. Quem fez isso? OSCAR!!!! Portugal foi um adversário inesperado. Mas tem um bom jogador, o Nelson Oliveira. E é só, ou foi só. Oscar foi suficiente para trazer o título para o Brasil. E o Mano convocou o Danilo... ora, ora.... Em 2014, o brilho será de Oscar, de Dudu, de Dedé. E o resto é farofa assoprada pela imprensa. BRASIL É PENTA, PORRA!!!!! CB. depois de vinhos e cervejas e gritos solitários de "campeão, porra!!!!".

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

ALEMANHA 3 x 2 BRASIL

  1. MANO, O INAMOVÍVEL - Surpreende a todos a inamovibilidade do treinador brasileiro. Insiste em manter os mesmos jogadores até o final da partida, quase sempre. E quando substitui... Parece não acreditar que é possível, sim, alterar o ritmo e a disposição da equipe promovendo alterações. Ou nos jogadores que estão no banco.
  2. RENOVAÇÃO - Não entendo como levar Ralf, 27 anos, pode ser considerado renovação. Mano repete o padrão Dunga: meus amigos, primeiro. Lembrem do André Santos, na lateral, ex-corintiano também, os desastres do time. Fernandinho, quem? Fred, por quê? Luis Gustavo, desde quando? Depois de um ano de testes, o trabalho do Mano não pode ser avaliado para além de pífio.
  3. GANSO - Não pode levar a sério a seleção um treinador que deixa Ganso no banco. Daqui a pouco, Ganso nem mesmo será convocado. Como o Hernanes, que foi deixado de lado por conta de uma falta grosseira que resultou em expulsão. Marcelo, por causa de um pedido de dispensa, também não é mais chamado. E do time do Flamengo, que lidera o campeonato, ninguém é lembrado - e não insinuo aqui o Ronaldinho Gaúcho.
  4. INTERESSE - Pato, depois de sua lua de mel com "La Berlusconi"; Neymar, adoentado; Robinho, em algum lugar do passado; não poderia haver grupinho mais desinteressado em jogar essa partida. Por que insistir tanto nessa formação de ataque? Taí mais uma inamovibilidade manística. Parece mais incapacidade de raciocínio sistêmico. Convoca e escala por conta da imagem do jogador, e vamos ver no que dá.
  5. DUNGA - Este, deve estar às gargalhadas.
  6. SALVAÇÃO - Júlio César, Lúcio e Thiago Silva - a salvação da seleção. E olha que temos perdido tudo. Mas sem eles, amigos, já teríamos alcançado a condição de palhaços do futebol mundial.
  7. FORA MANO! - Sim, me alio à campanha. E que seja logo, a tempo de um novo treinador recomeçar o trabalho em melhor base. Sou mais Joel Santana, com sua prancheta folclórica e linguagem histriônica.

domingo, 31 de julho de 2011

TEMPORRADA

  1. Craque não deve ser enquadrado em esquema de jogo. Deve ter liberdade para fazer "o seu melhor". Esquema de jogo é o mesmo que previsibilidade. E craque não sabe ser previsível. O que fica visível mesmo é a estultície do professor na lateral do campo.
  2. Voltaremos mais cedo pra casa sempre que a Seleção for marcada sob pressão. Nossos craques não sabem jogar pressionados. Técnicos do mundo todo já sabem disso.
  3. A seleção do Egito Sub-20 deu um sufoco na brasileira, na estreia do Mundial da categoria, na última sexta-feira. Saímos na frente mas escapamos de uma goleada. Gostaria muito de ver uma seleção brasileira jogando como os egípcios jogaram: marcação forte, passes certeiros, saída veloz, chegada sempre perigosa. Único defeito: pontaria nos chutes. Ainda bem, pois se tivessem acertado 10% das finalizações...
  4. O Vasco deveria pedir à CBF a remarcação de suas partidas para o campo do adversário. Todas. Talvez assim ganhássemos o Brasileirão.

domingo, 17 de julho de 2011

BRASIL DE E-LHANO!

Este time do Brasil é realmente o time de E-lhano, que começou, "despretensiosamente", a série de quatro pênaltis perdidos. E, seguindo com os significados do adjetivo “lhano”, que tem origem espanhola, Thiago Silva foi “delicado”, André Santos (acho que qualquer lateral-esquerdo do Brasileirão é melhor que este cara!) foi “chão”, e Fred, “desafetado”. Posso estar sendo “franco” demais ou excessivamente “simples”, mas, com este time “afável”, ou o Brasil vai ficar pelo caminho, em tudo, ou Mano Menezes, com quem a mídia e o público não serão sempre "amáveis", vai ser substituído. Talvez por Mister (Rato) Muricy Ramalho.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Sarriá, o maracanazzo de uma geração


Hoje faz vinte e nove anos de Brasil 2 X 3 Itália. Mesmo tanto tempo depois, meu peito pula uma batida quando revejo o gol de empate de Falcão. Arrepio que me percorre o corpo e me arremessa de volta para aquela segunda-feira trágica. Sinto o cheiro das páginas do álbum de figurinhas Ping Pong, das tabelas de jogos meticulosamente preenchidas, o espaço destinado ao campeão escrito por antecipação, revelando-se uma arriscada profecia: B R A S I L. Revejo a rua colorida e o desenho de Pacheco, o camisa 12, reluzindo na parede da garagem abandonada. Depois daquele dia, me transformei num ressentido, sem ânimo para comemorar coisa alguma. Tornei-me um cínico ao testemunhar as taças erguidas em 1994 e 2002. Nada mais era importante: minha infância fora sepultada naquele 5 de julho.


Foto: Reginaldo Manente / Ag. Estado

quinta-feira, 30 de junho de 2011

COULIBALY

  1. Esperei para ver no que dava. Fiz certo em esperar. Mas até os 25' do primeiro tempo do jogo contra a França, Coulibaly havia marcado nove gols no Mundial Sub-17. Os nove gols marcados pela Côte D'Ivoire. Nem o mais fantasioso dos jogadores sonharia com um feito desse porte.
  2. Ninguém jamais fez igual ou parecido. Nove gols, todos os gols marcados por uma seleção. Ai veio o Diarrassouba e fez o dele, quebrando a incrível série de Coulibaly.
  3. E ao final a partida, a França tirou os marfinenses do Mundial, num inesperado 3 x 2. E lá se foi o Coulibaly com seus nove gols.
  4. Coulibaly. Um nome forte, sonoro, escorregadio, uma corridinha seguida de uma batida seca, rede, Coulibaly. Impressionante pelo feito, mas apenas um atacante veloz e oportunista.
  5. Costa do Marfim provou, mais uma vez, que a exuberância do futebol africano tem na base mais espalhafato que competitividade.
  6. E Coulibaly? Ainda teremos notícia dele?

O ADEUS DE CONCA

E Conca vai embora, seduzido pela quantidade de zeros oferecida pelo Barcelona chinês, o Guangzhou Evergrande. Para substituí-lo, o Fluminense promete Martinuccio, que igual a Conca só tem mesmo a nacionalidade. Arre!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Das leituras diárias de blogues policiais feirenses

I

Jogador de Futebol preso em Feira praticando assaltos

“Policiais do Comando Especial Tático Operacional (CETO), da 65ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) apresentaram segunda-feira (27), na 2ª Delegacia, os jovens Sidney da Silva Ferreira, 25 anos e Éverton Santos da Silva, 21, que estavam com a motocicleta Honda Bros, de placa NTU-5917. Eles foram presos, na rua Amaralina, no bairro Campo do Gado, acusados de cometerem vários assaltos na cidade.

Segundo a polícia, eles são suspeitos de praticar assaltos a pedestres, principalmente do sexo feminino, onde aproveitam e roubam as bolsas e aparelhos celulares, com a dupla, os policiais encontraram um revólver calibre 38, com seis munições intactas. Os dois foram conduzidos para 2ª delegacia, onde foram autuados em flagrante por assalto a mão armada.”

Na delegacia, Everton afirmou que é jogador de futebol do Esporte Clube Feirense”.

FONTE: www.policiaeviola.blogspot.com

Bem que eu disse que a coisa está mesmo feia no futebol feirense...

II

Jogador expulso por usar piercing no pênis.

“Jogos de futebol já foram interrompidos por vários motivos: invasão de torcedor, animais em campo, mas na Austrália, um árbitro paralisou uma partida porque desconfiou que um dos jogadores tivesse um piercing no pênis. O time de Aaron Eccleston, o Old Hill Wanderers, vencia por 3 a 0 quando o jogador recebeu uma bolada nas partes íntimas. O juiz, então, desconfiou do longo atendimento fora do campo e pediu para conferir se havia algo de errado.

Como se recusou a provar que não tinha nenhum piercing, o jogador, que já havia tomado cartão amarelo por voltar ao campo de jogo sem ser autorizado, acabou expulso do jogo.

Após o bizarro episódio, o Old Hill divulgou uma nota elogiando a postura dos envolvidos no caso: ‘O Old Hill Wanderers está convencido de que a conduta do árbitro e do nosso jogador foi razoável e aceita que os dois cartões amarelos dados ao jogador estavam de acordo com as leis do futebol’”.

FONTE: www.fatoconcreto.blogspot.com

Noooooossa... fico me perguntando aqui o que deve ser pior: colocar o piercing , ou o estado em que ele ficou depois da bolada... aiai...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Santos é Tri, Zé Hate & outros flashes


Neymar é franzino mas não foge das botinadas, se ficar em pé e partir em direção ao gol, é candidato a novo fenômeno. Apesar do choro de ontem, parece ainda jovem demais para ter a noção exata do que vem fazendo em campo. Lembrei de Luxemburgo, que barrou o menino; e de Dunga, o Rancoroso, por não ter levado Neymar e Ganso pra África.

Ganso, mesmo sem ritmo, sempre será Ganso. Seus passes simples e objetivos (desce no campo e tenta fazer o mesmo pra ver se é simples) são um colírio. 

Caio Ribeiro sobre a violência dos uruguaios: "No Flamengo, numa disputa com o Peñarol pela Comenbol, fomos linchados (sic) em campo". Ficou o mistério do comentarista permanecer vivo após o linchamento.

Zé Eduardo chegou ao máximo da indigência futebolística na decisão: perdeu um gol debaixo da trave, sozinho, sem goleiro, sem nada. Ainda tentou justificar: "Eu não esperava a bola". Um atacante que se surpreende com a chegada da bola na pequena área só deve servir mesmo pro Gênova, coitado. Talvez melhore, nunca se sabe, mas não tem DNA de atacante, apenas correria e vontade não é o suficiente. Com mais uma faixa no peito, deve permanecer arrogante como demonstrou ser no episódio do bate-boca com torcedores via twitter.

Muricy desabafou: "Eu merecia esse título". Se a seleção de Mano for um fiasco na Copa América, começarão os rumores para que o discípulo do mestre Telê seja reconduzido ao cargo que. Nem sempre quem perde é derrotado. 

Durval, Edu Dracena e Arouca: impecáveis, mesmo com os pequenos erros.

Parabéns ao Santos pelo Tri merecido e com um jogador a menos: Zé Hate é quase um jogador a mais para o adversário. Final do ano, se tudo der certo, tem a final com o Barça. Só isso.


quinta-feira, 16 de junho de 2011

CORDIALIDADE IDIOTA

  • O Peñarol apresentou reclamação formal contra o Santos. Em especial, contra atitudes de Muricy e as simulações de Neymar. O Peñarol partiu para o ataque. E a melhor defesa é o ataque.
  • E nossa cordialidade idiota retorna pra casa, achando que está em vantagem na disputa da final da Libertadores.
  • Muricy reclamou da arbitragem parcial e canalha do Amarello. Neymar foi agredido pelos jogadores do Peñarol durante toda a partida. Foram pontapés, socos nas costas, tapas no rosto e nas chamadas partes baixas. Só quem não viu foi o Amarello. Que foi logo sacando o cartão para Neymar no começo do jogo. E fazendo ameaças de expulsão ao jogador durante a partida. Deixo claro que prefiro acreditar no que vi na tevê e no que disse Neymar.
  • Como é que o Santos não formaliza reclamação contra aquela arbitragem? Por que é que o Santos não exige arbitragem norte-americana, canadense, australiana, africana (acho que a europeia deve sair caro). Qualquer árbitro que não seja sul-americano. Já escrevi aqui sobre essa praga asquerosa que persegue os times brasileiros na Libertadores. Parcialidade, conivência com a violência, cegueira, e agora ameaças. Como vencer uma Libertadores, assim?
  • A tão propalada cordialidade brasileira é anticidadã, uma postura idiota, no fundo, no fundo, arrogante.
  • Se facilitar, o Peñarol consegue mudar o local do jogo final, punir Muricy e Neymar com o afastamento da partida e escalar um árbitro torcedor aurinegro desde o útero materno.
  • Ah, somos gente boa, somos uns abestados. Tá todo mundo em Santos achando que a Libertadores tá no papo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

ARUBINHA CAMPEÃO!!!

Bem verdade que o saco de gols do Coritiba não estava vazio. O Vasco não fez como a Alemanha em 54, mas deu pro gasto, ou seja, pro título. Mas o time é fraco. O Costa é brucutu, o Souza é lentão, o Rômulo é comum, e o Felipe não consegue fazer tudo sozinho. Com um meio desse, qualquer time teria muita dificuldade em resolver problemas de condução de bola e contra-ataque. Aqui e ali, sai algo de bom, o que tem sido suficiente até aqui. O Tatu Turbinado meteu a cara no chão várias vezes. Mas fez um gol danado de bonito. Coisas do futebol, diriam os filosófos de botequim. E o Filho do Lela, pai do Yan, lambeu tatuagem e saiu artilheiro. Um jogão, cinco gols, muita adrenalina, lágrimas, desespero, marches e démarches, com a vitória pra um e o título pro outro. O Roberto Dinamite merecia esse título. Pra ninguém mais ter saudades do Outro, o Cujo, o Sem-nome, o Que-é-Rico. O Vasco volta a ser campeão, para desespero da urubuzada. E está na Libertadores do ano que vem. ESTAMOS NA LIBERTADORES DO ANO QUE VEM, PORRA!!