Momento

TORCER PODE RESULTAR EM OBRA DE ARTE (fico devendo a referência)






terça-feira, 30 de novembro de 2010

RETARDATÁRIOS E CAMPEÕES

Ora, ora, ora... São Paulo, Palmeiras e Vasco fizeram o que os pilotos (ou carros) retardatários, na Fórmula 1, usualmente fazem: deixaram os líderes passar. O absurdo seria se o Fluminense, na liderança, deixasse o Corinthians passar. Como fizeram, vergonhosamente, e não uma só vez, Massa e Barrichello.

domingo, 28 de novembro de 2010

PARTIDAÇO e uma cena dantesca

  1. Vitória x Atl. Goianiense no Barradão farão a única partida de futebol real na última rodada do campeonato brasileiro. Um partidaço para incendiar o lixão debaixo do Barradão. Como os três times já rebaixados possuem um G no nome, talvez por isso , e somente por isso, o Goianiense caia pra segundona. O psicológico brinca em serviço. Mesmo Grêmio x Botafogo, que disputam uma vaga na Libertadores, não colocarão canelas nos trilhos.
  2. O Fluminense já é campeão brasileiro de 2010. Como afirmei em posts anteriores, o Flu tinha o caminho mais fácil até o título. Contra o Guarani será pro-forma, como se dizia antigamente. Um título decidido nas três últimas rodadas em jogos difícilimos contra times paulistas.
  3. O Flamengo, que esteve seriamente ameaçado de rebaixamento, ainda terminará o campeonato na frente do Vasco. Ô sina desgraçada! Como é difícil ter alegria nesta vida!
  4. O Caio, do Avaí, merece um prêmio qualquer da CBF pelo que fez contra o Santos.
  5. Ah, a cena dantesca fica por conta do eterno tricolor Ricky. Caso aconteça o que apregoa a mídia.
  6. Claro que tudo isso não passa de papo de Arubinha: sarros e previsões esdrúxulas, arrotos de botequim.
CB, enauseado.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ÉPICOS PALMEIRENSES

  1. O Palmeiras reeditou ontem a derrota histórica para o Vasco na Copa Mercosul de 2003, se não me engano. Perdeu para o Goiás pela Sulamericana dentro do Pacaembu, agora sua casa. Um segundo tempo formidável do time goiano.
  2. Rafael Moura, centroavante mediano, comandou o Goiás em todos os sentidos. Reclamou empenho do Douglas no primeiro tempo e pediu a interferência do técnico junto ao companheiro de equipe. O Douglas não voltou para o segundo tempo.
  3. Os comentaristas da Band chegaram a dizer que, com essa substituição, o técnico Artur Neto superou Filipão etc. Nonada. Douglas saiu porque Rafael Moura pediu.
  4. O Goiás venceu porque não deixou o Palmeiras jogar no segundo tempo. E porque jogou muito, com vontade de vencer. E sabemos que basta isso para se chegar à Vitória.
  5. O que me faz lembrar um tema recorrente em meus textos: todo time deveria ter uma equipe de psicólogos para "preparar" os jogadores para enfrentar momentos adversos. Dentro e fora de campo.
  6. Filipão sem voz à beira do gramado - o retrato mais triste do futebol brasileiro este ano. Bem, nem tanto assim. Tem acontecido coisa pior.

domingo, 21 de novembro de 2010

Mão na taça, apesar de tudo...


Dificilmente o Washington de ontem teria perdido o gol que o Washington de hoje perdeu, na pequena área, com Ceni vendido. Catorze rodadas sem marcar afeta o psicológico de qualquer um, ainda mais de quem não é craque. Meno male que deu tudo certo pro Flu, a duas vitórias simples de se tornar o campeão. Muricy, Conca, Fred & Cia. merecem. O improdutivo Washington (de hoje) também.

FAVORITISMO, TALVEZ

Fiz questão de assistir, como na semana passada, aos "melhores momentos" do jogo do Corinthians. E a minha impressão, que persiste desde o início do campeontao, se confirma: a arbitragem sempre dá uma mãozinha ao Volante de Navio, e ainda por cima a imprensa, pois, nos lances dúvidosos a favor do time paulista, raramente os enfatiza, limitando-se a mostrá-los uma única vez ou duas, quando muito. No lance da anulação do gol de Júnior, do Vitória, supostamente em impedimento, os comentários foram lacônicos, e o replay, o pior possível, de um ângulo em que não se pode concluir absolutamente nada. Sendo assim, só me resta afirmar que, mais uma vez, o tal Timão foi favorecido, uma vez que, se não fosse o juiz, tinha saído de Salvador com uma derrota no saco. Quanto ao Vitória, parece abalado pelo êxito do Bahia, que voltou à primeira divisão e merecidamente está de férias há dias, comemorando com seus torcedores a vitoriosa campanha de 2010 na série B. O Vitória não é nem a sombra do time que chegou à final da Copa do Brasil, lutando de igual para igual com o Santos, apesar de todo o poderio deste, àquela altura, com seus "bad boys". É uma pena que, talvez, em 2011, não tenhamos os dois grandes baianos na primeira divisão. Por fim, é uma unanimidade na imprensa a afirmação de que Palmeiras e Guarani vão fazer corpo mole contra o Fluminense, pois não aspiram a mais nada no campeonato; mas Vasco e Goiás, por sua vez, vão endurecer contra o Corinthians, ainda que também não aspirem a mais nada: o primeiro está praticamente garantido na Sul-Americana, e o segundo, rebaixado. Ou eu não sou deste mundo ou a imprensa acha que as pessoas, seus leitores e espectadores diários, são uns imbecis. Não há diferença na tabela: à frente dos dois clubes, e também do Cruzeiro, só há carne morta, excetuando-se talvez o Flamengo, que joga contra o Cruzeiro e que ainda corre leve risco de disputar a segunda divisão em 2011. Mas especulação é uma coisa, e o jogo, outra. Jamais sabemos ao certo o que vai acontecer, mesmo porque há os juízes e os bandeirinhas, e é por isso que a vida é surpreendente. E bela. Um dia após o outro é o bastante para que pulemos do inferno para o céu ou o contrário. Essa ideia de que só o Corinthians tem jogos difíceis, só o Corinthians não é favorecido, só o Corinthians é isso e aquilo... Arre! A imprensa torna-se burra, por não perceber que esta postura parcial tira completamente a credibilidade do campeonato, faz desconfiar o torcedor e só piora o caráter do brasileiro, que já não é dos melhores. Veja-se o comportamento da torcida do São Paulo no jogo contra o Fluminense. Enquanto escrevo este texto, o Vasco, que deve fazer um jogo "duríssimo" contra o Corinthians na próxima rodada, vai tomando 3 x 1 do Cruzeiro. Só no primeiro tempo. Corpo mole? Quem sabe?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mudo Menezes


O assunto está meio passado, mas ainda vale.
Estavam lá Zanetti, o de Vida Eterna; Gaúcho, o Ressuscitado; Neymar, o mais novo bad boy da praça.
O Brasil dominou o primeiro tempo, merecia sair ganhando.
Já o rapaz da foto acertou um petardo de longe que raspou a quina do travessão: só faltou rasgar a bola em duas.
No segundo tempo, Mano não viu que Robinho errava passes compulsivamente.
 Aos 46, o castigo:
O cara dominou a bola, partiu em direção ao gol com rapidez, ajeitou com a canhota letal e saco.

Na volta, Mano não quis falar sobre o jogo (um amistoso, imaginem).
Ele deve ter algum plano infalível para permanecer invicto durante quatro anos. Só pode ser isso.

Tom Correia

[Aos poucos estou de volta, Arubinhas queridos. Consegui escapar de Sobibor]

domingo, 14 de novembro de 2010

sábado, 13 de novembro de 2010

BBMP

Enfim!

CONCA VERSUS MONTILLO

No futebol, os críticos vivem conforme a maré. Estão sempre palpitando a favor do time que está na frente ou, se têm oportunidade, demonstram sua preferência e sua paixão. Recentemente, li na internet o texto de um crítico, no qual ele revelava, textualmente, que, perguntado quem era o craque do campeonato brasileiro, respondera: "Conca está melhor, mas prefiro Montillo". Ora, perguntavam-lhe quem era o craque, o melhor jogador da competição no momento, o mais regular, daí por diante. Não o mais completo, com atributos mais agudos e refinados ou aquele que, no nosso time, seria escolhido em detrimento do Conca. Isso é confundir as coisas. Não é para votar no nome ou no talento, mas no desempenho. E, desempenho por desempenho, o de Conca é melhor, mais regular, mais coletivo e decisivo. No Cruzeiro, o time trabalha para Montillo, e é por isso que ele faz mais gols. No Fluminense, Conca trabalha para o time. É o maestro, enquanto Montillo talvez seja o solista.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

PONTOS CORRIDOS

Parece que Tom Correia conformou-se com a fórmula dos pontos corridos no campeonato brasileiro de futebol. Que sempre defendi, lembro. Os times pegaram o jeito e oferecem este ano uma reta de chegada espetacular. Três times pequenos disputam o título, mas com uma entrega impressionante. Meu Vasco não cairá mais, rá, rá, rá. O Outro corre risco de beijar a lona e disputar ano que vem clássicos contra o Icasa e Duque de Caxias, rá, rá, rá!!! O São Paulo precisa renovar tudo por lá, até o Morumbi. Chega de cenas do Ceni, de repatriados, de Dagos e Randas - que venham os Novos Menudos, para novos títulos. O Casemiro e o Lucas são bons exemplos para o novo time. O Fluminense perderá o título para o Corínthians. A estrela do Ronaldo ainda tem brilho para mais um título. Digo de brincadeira pra ver se pega. O Mayrant já vem dizendo que o Flu não vai ganhar o título faz um tempo. Embora o Deco não tenha jogado mais - ô praga! O Hernanes, craque plural, tem sido o melhor brasileiro na Itália. Isso significaria muito se em Portugal não estivesse brilhando o Alan Kardec, eterno reserva no Vasco. CB, via embratel.